De onde veio o Modo Criador
Antes de ser um produto que qualquer agência pode assinar, o Modo Criador era só o jeito que a Luzeria Estúdio achou pra parar de se afogar na própria operação.
A gente gerencia conteúdo de vários clientes ao mesmo tempo — calendário, aprovação, arquivo, publicação — e por muito tempo isso viveu espalhado entre planilha, pasta de Drive e conversa de WhatsApp.
Funcionava, no sentido de que os posts saíam. Mas cada cliente novo era mais uma planilha, mais um grupo de WhatsApp, mais uma chance de alguma coisa se perder no meio do caminho. Post aprovado que sumia na rolagem da conversa. Foto de ensaio que ninguém lembrava em qual pasta tinha ficado. Publicação feita na mão, cliente por cliente, todo santo dia.
O ponto de virada
Em algum momento ficou claro que o problema não era falta de organização nossa — era falta de uma ferramenta feita pra esse tipo de operação. As que existiam por aí eram genéricas demais, ou caras demais pra o tamanho da nossa agência, ou não resolviam a parte que mais doía: o cliente aprovando conteúdo sem precisar criar conta, sem baixar app, sem virar mais um login que ele ia esquecer a senha.
"A gente não construiu o Modo Criador pra vender. Construiu pra usar. Virou produto depois, quando percebemos que toda agência do tamanho da nossa vivia exatamente a mesma bagunça."
Cada funcionalidade que existe hoje tem uma dor real por trás — não foi brainstorm de reunião, foi coisa que aconteceu com a gente e que a gente resolveu pra nós mesmos antes de oferecer pros outros. Esse blog é sobre isso: as dores específicas, uma por uma, e o que fizemos a respeito.
